Fim do Slayer

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A banda de trash metal americana Slayer anunciou no dia 23/01/2018 que vai deixar os palcos. O último Show da banda virá somente após uma turnê para se despedir dos fãs. Será a última série de apresentações após 37 anos de carreira. O Slayer era um dos integrantes do Big Four, que conta também com Anthrax, Megadeth e Metallica.

“A era do Slayer, uma das melhores bandas de trash/metal/punk de todos os tempos, diz adeus”, explicou o grupo no Facebook. A turnê de despedida vai iniciar em San Diego, na Califórnia, no dia 10 de maio, e seguirá por outras cidades do Estados Unidos e até do Canadá. O último concerto será celebrado em 20 de junho, na cidade de Austin, no estado do Texas.

Criada em Los Angeles no início da década de 1980, a banda Slayer se caracterizou por fazer um metal com intensos e melancólicos acordes de guitarra. Por suas canções polêmicas, o grupo chegou a ser acusado de ter simpatia pelo nazismo. A canção Angel of Death, por exemplo, fala de experiências humanas em um campo de concentração. Os músicos negaram a relação com o nazismo.

A música Jihad também provocou a indústria musical e a sociedade americana ao relatar os atentados de 11 de setembro de 2001 do ponto de vista dos membros da Al Qaida, que provocaram a tragédia. Em 2015, a banda lançou o que deve ser seu último álbum, Repentless. O membro fundador e principal compositor, Jeff Hanneman, morreu em 2013. O vocalista e baixista é o chileno Tom Araya. Ele e o baixista Kerry King são os únicos da formação original.

Slayer é uma banda norte-americana de thrash metal proveniente de Huntington Park, Califórnia, formada em 1981 pelos guitarristas Jeff Hanneman e Kerry King. Slayer ganhou notoriedade a partir de 1986, com o álbum Reign in Blood, descrito pela revista Kerrang como “o álbum mais pesado de todos os tempos”, e faz parte do Big Four of Thrash, as quatro maiores bandas de thrash metal, juntamente com Metallica, Megadeth e Anthrax.

O estilo musical de Slayer envolve rápidos tremolos, variados e complexos solos de guitarra, riffs em escalas irregulares, bumbo duplo na bateria e vocais pesados alternando desde falsettos até guturais. As letras e arte dos álbuns se baseiam em temas como serial killers, satanismo, religião e a guerra, o que levou a gerar diversos problemas ao longo da história da banda, como proibições de álbuns, atrasos em turnês, processos judiciais, além de ser constante alvo de críticas de grupos religiosos. Contudo, sua música tornou-se altamente influente, sendo frequentemente citada por muitas bandas como uma influência musical, visual e lírica.

Em mais de trinta anos de carreira, a banda lançou dois álbuns ao vivo, dois box sets, treze videoclipes, 18 singles, dois EPs e onze álbuns de estúdio, dos quais quatro receberam disco de ouro pela RIAA. A banda foi nomeada cinco vezes para o Grammy na categoria Melhor Performance de Metal, ganhando uma em 2007 com a canção “Eyes of the Insane” e outra em 2008 com a canção “Final Six”. Slayer já tocou em vários grandes festivais de música em todo o mundo, incluindo Unholy Alliance, Download festival, Ozzfest e Rock in Rio.

O Slayer foi formado em 1981, quando o guitarrista Kerry King encontrou Jeff Hanneman enquanto fazia audição para uma banda. Os dois recrutaram o baixista e vocalista Tom Araya, que havia tocado com King anteriormente em outra banda. O baterista Dave Lombardo foi recrutado quando ele conheceu King entregando uma pizza. A banda começou tocando versões cover de Iron Maiden e Judas Priest em clubes e festas no sul da Califórnia. Anteriormente, seus shows baseavam-se em uma imagem satânica, que incluía pentagramas, maquiagem, espículas e cruzes invertidas.[6] Existia um rumor que a banda era originalmente conhecida como Dragonslayer, por um filme de mesmo nome de 1981. No entanto, quando King foi perguntado “Como você pôde usar o nome Dragonslayer?”, teria respondido “Nós nunca usamos este nome, é um mito daquela época.”

A banda foi convidada para abrir o show da banda “Bitch” no Woodstock Club em Los Angeles, tocando oito músicas — sendo seis covers. Enquanto tocava “Phantom of the Opera”, do Iron Maiden a banda foi vista por Brian Slagel, um antigo jornalista musical que havia recentemente fundado a Metal Blade Records. Impressionado com o desempenho do Slayer, Slagel reuniu-se com a banda no backstage e pediu-lhes para gravar uma canção original para a sua próxima compilação, Metal Massacre III. A banda aceitou a proposta e criou a canção “Aggressive Perfector”, o que levou Slagel a oferecer para banda um contrato de gravação com a Metal Blade.

Sem um patrocínio para a gravação de seu álbum de estreia, a banda foi forçada a se autofinanciar. Juntando a poupança de Araya, que trabalhava originalmente como terapeuta respiratório, e o dinheiro emprestado do pai de King, a banda entrou no estúdio em novembro de 1983. O álbum foi apressado para liberação; com apenas três semanas as faixas estavam prontas.[8] Show No Mercy, lançado em dezembro de 1983 pela Metal Blade Records, gerou grande popularidade na cena underground, e assim começaram sua primeira tour nacional em 1984 para promover o álbum de estreia viajando em um Camaro de Araya, rebocando um trailer. A tour deu à banda mais popularidade; as vendas do Show No Mercy chegaram a mais de vinte mil nos Estados Unidos e mais vinte mil no mundo.

Formação Atual

  • Tom Araya – baixo e vocal
  • Kerry King – guitarra
  • Paul Bostaph – bateria
  • Gary Holt – guitarra

Site Oficial: https://www.slayer.net
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