A banda foi fundada em 2007, em Jundiaí-SP, Brasil, por Fábio Delibo (guitarra e vocal) e Fernando Kump (guitarra).

A Machinage é uma banda de Thrash Metal de Jundiaí, interior de São Paulo, formada em 2007. Apesar de uma carreira relativamente nova, este quarteto já possui experiência internacional. Tocaram com bandas de grande importância no cenário metálico como Overkill, Nuclear Assault, Angra, Dismember, Sodom, Overkill, Sepultura, Dismember, Tim Ripper Owens, André Matos, Angra, Almah e Torture Squad, e fizeram várias turnês norte-americanas, confirmando ser uma das maiores promessas.

A proposta da banda tem como foco o Thrash Metal aliado a elementos do Metal tradicional (principalmente na melodia). O resultado é um Thrash Metal técnico com pegada oitentista, mas que passa longe de soar datado. O som do grupo tem uma ótima variação rítmica.

O lançamento de “It Makes Us Hate“, primeiro álbum da banda, mostrou que de fato a banda estava pronta. Com críticas positivas e duas turnês de sucesso pelos Estados Unidos, a Machinage ganhou atenção rápida dos fãs em toda parte. A ótima produção ficou a cargo da própria banda no Mark Studio, de Jundiaí. A mixagem e masterização ficaram aos cuidados de Tim Laud (Soulfly, Cavalera Conspiracy) no Porch Studio (Flórida), sendo que a arte gráfica ficou por conta de João Duarte. O CD tem 9 faixas de puro Thrash Metal que mostram como a banda vem crescendo ao longo dos anos e se tornando a realidade promissora.

Durante a terceira turnê norte-americana, uma nova etapa da Machinage foi concluída. A banda terminou suas partes na gravação do segundo álbum, intitulado “Slave Nation“. O álbum foi gravado em Ohio pelo ex-guitarrista do Nevermore e Annihilator, Curran Murphy. Para trabalhar na mixagem de Slave Nation, foi convidado Sir Max Norman, que trabalhou com Ozzy Osbourne, Megadeth, Death Angel, entre outros. A participação de Felipe Andreoli (Angra) já foi confirmada e em breve a banda anunciará mais detalhes sobre a data de lançamento do álbum.

A proposta da banda foi sempre acreditar na sua identidade, afastando-se de qualquer rótulo e escrevendo canções nas quais se mistura o thrash metal dos anos 80 com a técnica atual, além de uma melodia vocal agressiva e estranha.

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